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	<title>Coddart</title>
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	<description>Digital By Design</description>
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		<title>Mapa Digital Plug Minas/Governo de Minas</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 20:16:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>candian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inteligente]]></category>
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		<description><![CDATA[O centro de inclusão digital e educação do Governo de Minas, também chamado de Plugminas, é composto por vários núcleos. Cada núcleo promove uma atividade e é apadrinhado por uma entidade privada. Os diretores do centro precisavam de um mapa e &#8211; como se trata de um centro de tecnologia &#8211; pediram à Coddart que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O centro de inclusão digital e educação do Governo de Minas, também chamado de Plugminas, é composto por vários núcleos. Cada núcleo promove uma atividade e é apadrinhado por uma entidade privada. Os diretores do centro precisavam de um mapa e &#8211; como se trata de um centro de tecnologia &#8211; pediram à Coddart que fizesse um mapa digital interativo na entrada do centro.</p>
<p>Desenhamos uma interface intuitiva e de forma que não existissem elementos fixos na tela, tudo pode ser arrastado e tirado do lugar. Para ver as informações e fotos sobre um prédio, basta tocar nele, e se você não souber onde ele fica, é só tocar o nome dele no menu flutuante e tocar no ícone da bússola: o mapa automaticamente passa para a visão aérea e uma linha indicará o caminho.</p>
<p>Mapas precisam ser, principalmente, informativos. E este é. Mas nós da Coddart achamos que eles precisam ser bonitos também.</p>
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		<title>Deep Screen/Muti Randolph</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 19:49:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>candian</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O artista/designer/cenógrafo Muti Randolph foi convidado a participar da primeira edição do evento The Creators Project em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Muti pensou em um imenso cubo composto de esferas luminosas, que reagiam ao movimento das pessoas que entrassem dentro de um pequeno corredor, localizado em uma das pontas da estrutura. A Coddart foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O artista/designer/cenógrafo <a href="http://www.muti.cx/">Muti Randolph</a> foi convidado a participar da primeira edição do evento <a href="http://thecreatorsproject.com/pt-br/">The Creators Project</a> em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Muti pensou em um imenso cubo composto de esferas luminosas, que reagiam ao movimento das pessoas que entrassem dentro de um pequeno corredor, localizado em uma das pontas da estrutura.</p>
<p>A Coddart foi responsável por desenvolver a solução de software da instalação, transformando as idéias do artista em realidade. Além disso, Muti nos pediu para que o áudio fosse gerado, em tempo real, de acordo com a cor e o movimento das imagens. O resultado é uma mixagem imprevisível, porém harmônica, de cores e sons, gerando uma experiência sinestésica impressionante.</p>
<p><strong>Ficha Técnica:</strong><br />
Projeto: <em>Deep Screen</em><br />
Cliente: <em>Muti Randolph</em><br />
Evento: <em>The Creators Project &#8211; New York</em><br />
Software: <em>Coddart Digital Design</em><br />
Hardware: <em>G-Lec Visual Technology</em><br />
Suporte: <em>Henrique Roscoe</em></p>
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		<title>Museu das Minas e do Metal/EBX</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 01:33:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>candian</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A EBX, através de sua subsidiária MMX, convidou a Coddart para dar um toque especial à noite de inauguração do Museu das Minas e do Metal, que faz parte do Circuito Cultural da Praça da Liberdade, em Belo Horizonte. A idéia era fazer &#8211; através de projetores e com um conteúdo cuidadosamente mapeado &#8211; com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A EBX, através de sua subsidiária MMX, convidou a Coddart para dar um toque especial à noite de inauguração do Museu das Minas e do Metal, que faz parte do Circuito Cultural da Praça da Liberdade, em Belo Horizonte. A idéia era fazer &#8211; através de projetores e com um conteúdo cuidadosamente mapeado &#8211; com que o pórtico e o mezanino contassem um pouco do que se vê dentro do prédio: os metais, pedras preciosas, a formação destes materiais e sua extração. Além disso, a restauração das paredes internas do museu, com a recuperação da pintura original do século XIX, também está contada na história.</p>
<p>Em algumas cenas, a localização dos objetos, sua cor e outros aspectos são calculados na hora pelos computadores. Além disso, o áudio é gerado automaticamente em função destes dados, fazendo com que cada apresentação seja uma experiência única.</p>
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		<title>Reveal Novo UNO/FIAT</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 15:19:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bray</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Responsivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Fomos convidados a contribuir com o design e a tecnologia para o evento de lançamento mundial do novo Fiat Uno. A partir de uma estrutura em grid, que incluía bailarinos e músicos em cada um dos seus 21 quadrantes, televisores, moving heads, luzes estroboscópicas e cubos de acrílico, desenvolvemos a técnica e o conteúdo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fomos convidados a contribuir com o design e a tecnologia para o evento de lançamento mundial do novo Fiat Uno. A partir de uma estrutura em grid, que incluía bailarinos e músicos em cada um dos seus 21 quadrantes, televisores, moving heads, luzes estroboscópicas e cubos de acrílico, desenvolvemos a técnica e o conteúdo de uma projeção mapeada e de perspectiva, reativa à música (tanto a pré-gravada quanto a executada ao vivo), sensores e softwares específicos, que orquestraram todo conjunto em tempo-real.</p>
<p>O resultado foi um visual diferente e dinâmico que respondia de forma única a cada ensaio e a cada apresentação, mas sempre com um grande impacto visual.</p>
<p><strong>Ficha Técnica:</strong><br />
Projeto: <em>Lançamento Novo UNO</em><br />
Cliente: <em>Fiat</em><br />
Agência: <em>GuiaMKT</em><br />
Cenografia: <em>Pedro Lázaro Arquitetura</em><br />
Direção: <em>Mox Produções</em><br />
Conteúdo gráfico e Tecnologia: <em>Coddart Digital Design</em><br />
Iluminação: <em>LPL</em><br />
Trilha: <em>Érico Theobaldo</em><br />
Coreografia: <em>Fernanda Chamma</em><br />
Projetores: <em>Ponto Mídia</em></p>
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		<title>The DJ Extrusion/Souza Cruz &#8211; Free</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 14:47:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>candian</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Instalação criada para camarotes no carnaval de Salvador. Os visuais projetados na parede de cubos são gerados em tempo real de acordo com a música que o DJ toca na pista. No vídeo abaixo você pode ver todos os 10 comportamentos visuais criados e as respectivas respostas à música.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Instalação criada para camarotes no carnaval de Salvador. Os visuais projetados na parede de cubos são gerados em tempo real de acordo com a música que o DJ toca na pista.</p>
<p>No vídeo abaixo você pode ver todos os 10 comportamentos visuais criados e as respectivas respostas à música.</p>
<p><object style="position: relative; left: -20px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="680" height="379" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10075759&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="680" height="379" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10075759&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" wmode="transparent" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Alexander McQueen * 1969 + 2010</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 23:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>forattini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Alexander McQueen e seu último grande show. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A morte de um grande artista sempre comove, ainda mais quando este consegue se expressar de forma primorosa, utilizando tanto a moda, como a música, vídeos e tecnologia. Alexander foi pioneiro no uso de efeitos visuais especiais (holografia) e robótica. Basta lembrar da linda e fantasmagórica Kate Moss flutuando pela passarela. </p>
<p>Plato&#8217;s Atlantis, seu último fashion show (spring 2010) é um excelente exemplo.<br />
R.I.P Alexandre McQueen. </p>
<p><object width="681" height="383"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9383843&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9383843&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="681" height="383"></embed></object></p>
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		<title>A medida que novas tecnologias entram em cena&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 21:09:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A medida que novas tecnologias entram em cena, as pessoas se tornam cada vez menos convencidas da importância da auto-expressão. Trabalho em equipe supera o esforço pessoal.&#8221; Marshall McLuhan]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A medida que novas tecnologias entram em cena, as pessoas se tornam cada vez menos convencidas da importância da auto-expressão. Trabalho em equipe supera o esforço pessoal.&#8221; Marshall McLuhan</p>
<p><img src="http://olivrodeareia.files.wordpress.com/2009/08/mcluhan.jpg" alt="http://olivrodeareia.files.wordpress.com/2009/08/mcluhan.jpg" /></p>
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		<title>Pernas Pro Ar/Cláudia Raia</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 19:01:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bray</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imersivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Projeção sobre cenário e sobre atores e bailarinos, utilizando tecnologia de sensores de rastreamento, posicionamento preciso e correção geométrica das artes projetadas, propiciando um cenário real e, ao mesmo tempo, mutável, além de possibilitar a &#8220;troca de figurino&#8221; em plena cena.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Projeção sobre cenário e sobre atores e bailarinos, utilizando tecnologia de sensores de rastreamento, posicionamento preciso e correção geométrica das artes projetadas, propiciando um cenário real e, ao mesmo tempo, mutável, além de possibilitar a &#8220;troca de figurino&#8221; em plena cena.</p>
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		<title>Pernas Pro Ar na mídia</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 19:02:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bray</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de passar por Ribeirão Preto, Recife e São Paulo, o musical &#8220;Pernas Pro Ar&#8221;, da atriz Cláudia Raia, está em cartaz no Rio de Janeiro. No último fim de semana o jornal O Globo veiculou uma entrevista com a atriz e uma matéria sobre o espetáculo, que reproduzimos abaixo na íntegra. Musical em projeção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de passar por Ribeirão Preto, Recife e São Paulo, o musical &#8220;Pernas Pro Ar&#8221;, da atriz Cláudia Raia, está em cartaz no Rio de Janeiro. No último fim de semana o jornal O Globo veiculou uma entrevista com a atriz e uma matéria sobre o espetáculo, que reproduzimos abaixo na íntegra.</p>
<p><span id="more-299"></span></p>
<h2><strong>Musical em projeção &#8211; Claudia Raia estrela &#8216;Pernas pro ar&#8217;, com visual 3D, no Píer Mauá</strong></h2>
<p>O Globo &#8211; 18/01/10</p>
<p>Em apenas seis espetáculos no Armazém 2 do Píer Mauá — a partir de amanhã, sempre às terças e às quartas-feiras —, e só por um dia na Quinta da Boa Vista — 7 de fevereiro, com ingressos grátis —, Claudia Raia será uma dona de casa que, tentada pelo diabo, coloca à prova sua vida sem graça. Visto até agora por mais de 13 mil pessoas pelo país, o musical “Pernas pro ar” tem imagens 3D e marca uma estreia dupla: de Luis Fernando Verissimo como autor de argumento para o gênero e do experimental Cacá Carvalho como diretor de musicais.<br />
O GLOBO: A ficha técnica do espetáculo diz que o autor do argumento é Luis Fernando Verissimo. É isso mesmo? Ele escreveu este musical ou vocês adaptaram alguma crônica dele?</p>
<p>CLAUDIA RAIA: Não, é isso mesmo. Ele escreveu para este espetáculo. Eu estava procurando um autor que trouxesse qualidade de dramaturgia para nós. Já conhecia o Verissimo e já tinha feito muita coisa dele, “Comédia da vida privada”, “TV Pirata”&#8230; Resolvi pedir um texto para ele. Liguei, ele lá todo tímido&#8230; Aceitou fazer por livre e espontânea pressão.<br />
O GLOBO: Mas você sugeriu algum tema?</p>
<p>CLAUDIA: Eu sugeri. Queria um espetáculo que falasse de mulheres, do universo feminino. Pedi a ele o argumento. Os diálogos foram feitos pelo Marcelo Saback. É o primeiro texto que Verissimo faz para um musical, mas pouca gente sabe que ele adora o gênero. É apaixonado por musical. Viaja duas vezes por ano, para Nova York ou Londres, para assistir a tudo que estreia por lá. É daqueles que, se você pergunta sobre algum musical, fala: “Aquele com a música assim?” E começa a cantarolar. Ele toca sax muito bem, tem o ouvido musical e uma cultura impressionante sobre o gênero.</p>
<p>O GLOBO: E as músicas do espetáculo?</p>
<p>CLAUDIA: Hoje, no país, temos uns cinco elencos que poderiam estar em cartaz com musicais ao mesmo tempo. Mas não temos um time assim nem de autores, nem de compositores de musical. Imagina se tivéssemos vários Chicos Buarques compondo musicais, como ele compôs “A ópera do malandro”. Tem muita gente boa, mas as pessoas têm que se animar a criar para o gênero. Então, o que nós fizemos aqui foi reunir músicas da Broadway, com versões de amigos, do Claudio Botelho, da Bibi Ferreira&#8230;</p>
<p>O GLOBO: O Cacá Carvalho, diretor do espetáculo, é ligado ao teatro experimental. O que ele está fazendo num musical?</p>
<p>CLAUDIA: Também fui eu que chamei. Queria esse contraste. O Cacá é uma relação que eu tenho de uma vida inteira. Foi meu coach (treinador) no “Sweet Charity”, em “A favorita”&#8230;<br />
É um preparador de atores excepcional. E ele trouxe justamente essa atenção com a interpretação, mesmo quando os atores estão cantando e dançando.</p>
<p>O GLOBO: Ele gosta de musicais?</p>
<p>CLAUDIA: Ele gosta. Mas diz que tem medo. Diz que é muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, fica tonto com aquilo tudo. E, na hora dos ensaios, ele também não estava acostumado com os termos que usamos num musical. A gente falava para dar um play-off (quando o fim de uma música é usado para se passar de uma cena a outra), e ele disse depois que pensava: “Como vou perguntar a eles o que é um play-off?”.</p>
<p>O GLOBO: Por que fazer no Píer Mauá e na Quinta da Boa Vista?</p>
<p>CLAUDIA: Eu só queria fazer em lugares inusitados. Vou conseguir em algumas capitais, com apoio dos governos de cada local. Achei que isso ajudaria a atrair um público diferente daquele que costuma assistir ao gênero. Fazer durante a semana também foi para não competir com eventos de fim de semana, do tipo Chiclete com Banana. O Rio será a primeira capital na qual faremos num lugar que não é teatro. Depois, em Belém, por exemplo, vamos fazer em frente ao Rio Negro, ao ar livre. Em Manaus, devemos fazer numa tenda inflável. Tentamos nos apresentar em locais não convencionais por onde já passamos até agora, mas aí teria que montar até banheiro químico. No Armazém 2, já há um mínimo de estrutura. E, na Quinta da Boa Vista, só vamos poder fazer porque recebemos apoio da Secretaria municipal de Cultura, que vai custear a montagem.</p>
<p>O GLOBO: Outro objetivo que a produção diz ter é popularizar o gênero. Com ingressos custando entre R$ 40 e R$ 150, dá para popularizar?</p>
<p>CLAUDIA: Em qualquer lugar do mundo, ingresso de musical custa uns US$ 120 (cerca de R$ 207) . Aqui, vamos fazer, para uma parte razoável de lugares na plateia (112 lugares, de um total de 950), a R$ 40. A meia-entrada é R$ 20! Não há como ser mais barato que isso, ou então eu não me pago. E olha que já botei bastante do meu bolso nessa produção. Além disso, na Quinta da Boa Vista vai ser de graça, para cinco mil, seis mil pessoas, quantas couberem lá. Mesmo tendo feito só em teatros até agora, acho que consegui atrair um público que não costuma ir a musicais, sim.</p>
<p>O GLOBO: Apresentar um musical, o que exige estrutura cenográfica, num local que não é teatro não é complicado?</p>
<p>CLAUDIA: É. Mas por isso nós não montamos cenários. Montamos uma caixa cênica inteira, para poder levar para onde quiséssemos. <strong>Fora que temos cenários feitos de imagens (o espetáculo usa “projeções volumétricas”, colocando os atores dentro de cenários virtuais em 3D). As pessoas nunca viram isso aqui em teatro no Brasil, é coisa de show da Madonna. Agora, do jeito que estou falando, parece fofo, fácil de fazer. Mas levamos três meses para levantar o espetáculo. Só uma empresa no Brasil (a Coddart) tem o software e os projetores dessa tecnologia.</strong> Mas o que eles têm é o equipamento. As imagens em alta definição que usaríamos, ninguém tem no país. Tivemos que buscá-las nos Estados Unidos. E, para colocá-las em movimento aqui, foi como fazer desenho animado. Cada minuto de movimento eram 48 horas de trabalho. Ninguém no país sabia direito como fazer isso funcionar no palco. Qual o tom de vermelho deveríamos usar nas roupas para uma imagem de fogo ser projetada lá? Ninguém nos contou. Foi no acerto-e-erro.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Yr3B0anOdp8&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/Yr3B0anOdp8&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h2><strong>Artur Xexéo: Só o carisma de Claudia Raia salva &#8216;Pernas pro ar&#8217;</strong></h2>
<p>O Globo &#8211; 18/01/2010</p>
<p>RIO &#8211; Claudia Raia é dona de um carisma irresistível. E é só esse carisma que se salva na confusão que resume o que é &#8220;Pernas pro ar&#8221; no palco.</p>
<p>A atriz tem razão quando justifica a utilização de canções de musicais da Broadway, com versões em português fora de seu contexto original, pela escassez de compositores brasileiros que se dediquem ao gênero. Mas, sendo assim, sinceramente, é melhor montar o produto estrangeiro.</p>
<p>As versões de &#8220;Pernas pro ar&#8221; são ruins &#8211; &#8220;You could drive a person crazy&#8221;, de &#8220;Company&#8221;, com letra de Sylvia Massari, é a única que funciona &#8211; e entram na trama quase sempre de forma forçada. Mas, vamos lá, para um gênero que ainda está se recuperando no Brasil, é bom lembrar que Ed Motta fez as músicas de &#8220;Sete&#8221;, um musical bem-sucedido; Claudio Botelho já tem um currículo respeitável de canções próprias para o teatro; Miguel Paiva tem musicais em sua trajetória; Aldir Blanc está escrevendo um; Edu Lobo é veterano no estilo; Eduardo Dusek e Nelson Motta são dois nomes que se adaptariam bem ao gênero&#8230; Ninguém precisa esperar só pela disposição de Chico<br />
Buarque para escrever para teatro.</p>
<p>Apesar do entusiasmo com que Claudia Raia fala da tecnologia empregada em seu espetáculo, as projeções de &#8220;Pernas pro ar&#8221; não causam muito impacto. Projeções &#8211; em vídeo, em laser ou em 3D &#8211; são a grande inovação da cenografia de musicais na Broadway nova-iorquina e no West End londrino. Mas, mesmo no exterior, a impressão que se tem é de que ainda não se sabe conciliar projeções com boa iluminação.</p>
<p>&#8220;Memphis&#8221;, um dos musicais da atual temporada de Nova York, usa e abusa do vídeo. Mas o que a plateia vê são imagens lavadas num telão ao fundo do palco. Poucos conseguiram a técnica obtida pela última montagem inglesa de &#8220;Sunday in the park with George&#8221;, na qual uma tela de Seraut é pintada, aos poucos, na frente do público só com o uso de projeções, e em que até alguns personagens só existem por meio da técnica. Quase sempre, projeções e luz não combinam.</p>
<p>Na temporada paulista de &#8220;Pernas pro ar&#8221;, foi isso que aconteceu, dando, muitas vezes, a impressão de que o palco estava vazio, <strong>com exceção do momento em que Claudia Raia troca de figurino em cena só com projeções. Aí, sim, existe um golpe de teatro cenográfico que faz cair o queixo do público.</strong></p>
<p>O argumento do espetáculo é criativo. Uma dona de casa, de vida corriqueira, acorda certo dia sem controle das próprias pernas. São elas que passam a comandá-la, levando-a a lugares que não fazem parte de seu dia a dia. Escrito especialmente para Claudia Raia, dona de um dos pares de perna mais cobiçados do país, o ponto de partida tem mesmo a cara de um musical. Mas, ao ser transposto para os diálogos escritos por Marcelo Saback, o argumento perdeu força, e a peça transformou-se numa sucessão de quadros confusos sem muita coerência na ligação de um com o outro.</p>
<p>A iniciativa de convidar Cacá Carvalho para dirigir também não foi muito acertada. O bom ator rege tudo com a leveza de uma jamanta, pecado mortal para um musical.<br />
No meio disso tudo, porém, há o carisma de Claudia Raia. Pela reação da plateia em São Paulo, já é mais do que suficiente.</p>
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		<title>VOLÚMENS #2/Eletronika 2009</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bray</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais alguns visuais criados para o Volúmens, apresentados em diferentes eventos durante os últimos meses de 2009.]]></description>
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